NAVIO ANGRA DO HEROISMO Com a vinda do Angra do Heroismo e do Funchal os dias de viagem foram reduzidos para 3 dias. As comodidades para os passageiros passaram a ser de boa qualidade. Navegar agora era um prazer. Em geral o navio tinha sempre os lugares ocupados, metendo-se algumas "cunhas" para arranjar um lugar, Este navio ja tinha piscina a bordo, sala de cinema bem como outras diversões que ocupavam os passageiros, Tipo ... Navio de passageiros de 1 hélice Construtor ... Deutsche Werft A.G. (construção número 690) Local construção ... Hamburgo Ano de construção ... 1954-55 Ano de abate ... 1974 Porto de registo ... Lisboa Número de registo ... I 358 Indicativo de chamada ... C S B P Comprimento ff ... 152,71 m Comprimento pp ... 138,34 m Boca ... 19,87 m Pontal ... 11,00 m Calado máximo ... 8,71 m Capacidade de carga ... 4 porões com capacidade para 9.019 m3 de carga, incluíndo 536 m3 de carga frigorífica Tonelagem ... 10.187 ...
NAVIO DE CARGA MADALENA Este navio veio substituir o Terceirense que naufragou na Ilha Graciosa. Fazia o transporte de mercadorias entre as diversas Ilhas, tornou-se de vital importância para a economia dos Açores. Tipo ... Navio de carga de 2 hélices Construtor ... The Grangemouth Dockyard C. Lda Local construção ... Grangemouth - Escócia Ano de construção ... 1950 Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 28 de Dezembro de 1950, com o número H 394 Sinal de código ... C S E B Comprimento fora a fora ... 72,18 m Boca máxima ... 10,77 m Calado à proa ... 3,95 m Calado à popa ... 4,87 m Arqueação bruta ... 1.198,50 Toneladas Arqueação Líquida ... 635,92 Toneladas Capacidade ... 1.748 m3 Porte bruto ... 1.285 Toneladas Aparelho propulsor ... Dois motores diesel, de 8 cilindros cada, construídos em 1949 por Mirrlees, Bickerton & Day, Ld., em Stockport. Potência ... 1.440 caval...
NAUFRAGIO DO NAVIO ARNEL Navegando de porto em porto, com escalas curtas e ininterruptas, o "Arnel" dava início a mais uma viagem que o levaria de Vila do Porto, na Ilha de Santa Maria, para o porto de Ponta Delgada, na Ilha de S. Miguel. Sexta-feira, 19 de Setembro de 1958, o navio aproximou-se 300 metros da costa a norte da ilha, numa rota que se revelaria fatal. Logo após as 3 horas da manhã, encalhava no baixio do Anjo, abria um rombo junto à casa da máquina, que lhe paralisou o motor e pior ainda lhe cortou a hipótese de ter pelo menos corrente eléctrica a bordo. Em plena noite, às escuras e com o mar a dar sinais de querer invadir o navio, tinha-se gerado o panico e a confusão perfeitamente normal e comum nessas circunstâncias. O navio transportava 133 passageiros, muitos dos quais embarcados em Vila do Porto e alguns Micaelenses de regresso a casa. Por exigência dos passageiros o Capitão José Rodrigues Bernardes, velho e experimentado marinheiro Açoreano, co...
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